‘WSJ’: mercado de cana de açúcar do Brasil em emergente declínio

‘WSJ’: mercado de cana de açúcar do Brasil em emergente declínio

Virgolino de Oliveira SA está com sua relação bem desgastada com as empresas de mercados emergentes que acumularam capacidade para atender à demanda por commodities da China só para vê-las desmoronar

A empresa deixou de pagar seus impostos em fevereiro e não conseguiu renegociar sua dívida, de acordo com os dados da Fitch Ratings. A empresa não se manifestou, mas de acordo com Claudio Miori, analista da Fitch, ele está prestes a se juntar a um quinto das empresas brasileiras de cana de açúcar, pedindo falência e em débito com suas contas. “Ele parou de pagar as fazendas de can de açúcar”, disse o Sr. Miori, se referindo ao Virgolino de Oliveira. “Eles pararam de pagar os bancos. Eles são apenas um ponto de referência”, afirma ao jornal The Wall Street Journal.

De acordo com a reportagem, Virgolino de Oliveira vendeu 300 milhões denominadas em títulos de dólar em 2012 para expandir suas operações, antecipando que o preço do açúcar bruto, que na época custava os 25 centavos por libra, chegaria esse nível. Outras empresas de açúcar do Brasil, considerado o maior produtor mundial, apostaram o mesmo, ou seja, que a crescimento global da classe média, manteria os preços das comidas, especialmente, do açúcar, e seus derivados.

Contudo The Wall Street Journal destaca: Eles estavam errados. O preço do açúcar chegou ao mais baixo em sete anos em agosto de 2015. Desde o início de 2010, os investidores colheram mais de 1 trilhão dos mercados emergentes, de acordo com o Instituto de Finanças Internacional. Sendo que, 10% deste valor, veio para o Brasil. A produção de cana de açúcar do Brasil, bateu o recorde de 38.4 milhões de toneladas, em 2010, o dobro de uma década anterior. No ano seguinte, a safra de produção de açúcar de primeiro de outubro, foi estimada em 36 milhões de toneladas, de acordo com o USDA.

Fonte: Portal do Agronegócios

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