Protegido por tatuagens e amuleto de Tite, Arana tenta se firmar no Timão

Protegido por tatuagens e amuleto de Tite, Arana tenta se firmar no Timão

Após volta do empréstimo ao Atlético-PR, rival deste domingo, lateral-esquerdo de 18 anos faz bons jogos e agora usa pulseira do técnico para ficar longe de lesões

Era junho, e Guilherme Arana, emprestado ao Atlético-PR, já havia feito três jogos pelo Brasileirão. Vinculado ao Corinthians, que o emprestara ao Furacão um mês antes, o garoto de 18 anos acompanhou pela imprensa a negociação de Fábio Santos para o Cruz Azul, do México. A pedido de Tite, retornou ao Timão para ser reserva durante o Nacional. Ele não sabia, mas passaria a ser peça importante na briga pelo título brasileiro.

Substituto de Uendel em sete partidas, sendo cinco como titular, o lateral-esquerdo caiu nas graças de Tite. Nem mesmo o erro cometido contra o Sport, quando falhou ao recuar uma bola que resultou em gol do adversário, tirou a confiança do treinador. Mais que isso. Ao sofrer o pênalti na mesma partida que definiu a vitória por 4 a 3, ele ganhou pontos com o comandante e os companheiros pela personalidade.

Retornando de uma lesão na coxa esquerda que o tirou de cinco jogos, foi titular na vitória por 3 a 0 contra o Goiás e, no dia seguinte, atendeu o GloboEsporte.com no CT Joaquim Grava. Católico fervoroso, mostrou uma pulseira de Nossa Senhora Aparecida que recebeu das mãos do técnico durante o período em que estava no departamento médico.

– Tite me deu essa pulseirinha porque eu vinha me machucando muito. Ele me deu para tentar me livrar desta zica, né? (risos) – brincou ele, que tem seis tatuagens pelo corpo, sendo uma de Nossa Senhora Aparecida, uma de Jesus Cristo e outras variadas (nome da vó e frase para a mãe, por exemplo).

Com dez anos de Corinthians – chegou aos oito ao Parque São Jorge, para jogar salão –, o garoto ainda não perdeu desde que retornou ao clube, com cinco vitórias e dois empates. Além destes 17 pontos, porém, ele ajudou a equipe de outra forma na tabela.

Um dos jogos que fez pelo Furacão foi contra o Atlético-MG, hoje na vice-liderança do Brasileirão e principal concorrente da equipe na briga pelo troféu. Em 24 de maio, Arana saiu do banco aos 12 minutos do segundo tempo para substituir Nikão e ajudar a equipe a segurar a vitória por 1 a 0 diante do Galo, em Curitiba.

– Foi um tempo bom que passei lá, ganhei aprendizado e experiência. A minha estreia pelo Atlético-PR foi esse jogo contra o Galo. Minha primeira partida de Brasileirão. Mas hoje temos de manter os pezinhos no chão, pois não ganhamos nada. É continuar trabalhando forte para lá na frente sim poder pensar em título – afirma ele, que enfrentou ainda Vasco e Grêmio com a camisa rubro-negra.

Sem Uendel, que segue em tratamento por uma lesão na coxa, Arana segue como titular neste domingo, contra o mesmo Atlético-PR, às 16h, na Arena da Baixada.

Um dos jogos que fez pelo Furacão foi contra o Atlético-MG, hoje na vice-liderança do Brasileirão e principal concorrente da equipe na briga pelo troféu. Em 24 de maio, Arana saiu do banco aos 12 minutos do segundo tempo para substituir Nikão e ajudar a equipe a segurar a vitória por 1 a 0 diante do Galo, em Curitiba.

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– Foi um tempo bom que passei lá, ganhei aprendizado e experiência. A minha estreia pelo Atlético-PR foi esse jogo contra o Galo. Minha primeira partida de Brasileirão. Mas hoje temos de manter os pezinhos no chão, pois não ganhamos nada. É continuar trabalhando forte para lá na frente sim poder pensar em título – afirma ele, que enfrentou ainda Vasco e Grêmio com a camisa rubro-negra.

Sem Uendel, que segue em tratamento por uma lesão na coxa, Arana segue como titular neste domingo, contra o mesmo Atlético-PR, às 16h, na Arena da Baixada.

Fonte: Ge

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