Alimentação rica em fibras ajuda no bom funcionamento do intestino

Alimentação rica em fibras ajuda no bom funcionamento do intestino

O ideal é ingerir entre 25g e 30g de fibras por dia.
Veja cinco alimentos campeões em fibras.

Quem tem problemas no intestino sabe que eles atrapalham muito a vida. O Bem Estar desta sexta-feira (25) falou sobre prisão de ventre, doença de Crohn, câncer colorretal, hemorroida. Como está a saúde do seu intestino? O que fazer para ele funcionar bem? Os alimentos certos melhoram o tráfego intestinal. Participaram do programa o consultor e cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atuí e a nutricionista Lara Natacci.

O principal elemento que deve existir na alimentação para garantir a saúde do intestino é a fibra. Ela pode ser encontrada nas frutas, vegetais e grãos. A fibra pode ser solúvel e insolúvel. Os dois tipos são importantes na dieta e proporcionam benefícios ao sistema digestivo por manter sua regularidade.

Entretanto, todo excesso é ruim. O ideal é ingerir entre 25g e 30g de fibras por dia. Um aumento considerável no consumo de fibras pode causar gases e flatulência, por isso é recomendado que o aumento seja gradual.

Também é muito importante beber água. “Comer fibras, beber água e fazer exercícios ajudam a soltar o intestino”, lembra Fábio Atuí.

O Bem Estar separou os cinco alimentos campeões em fibras: feijão cozido (1 xícara contém 6,8 g de fibras), amêndoa (1 xícara contém 5,3 g de fibras), brócolis (1 xícara contém 5,2 g de fibras), ameixa seca (4 unidades contêm 5 g de fibras) e aveia em flocos (2 colheres de sopa contêm 2,6 g de fibras).

Doença de Crohn
A doença de Crohn afeta todo o aparelho digestivo. Ela ainda é relativamente rara no Brasil, na comparação com outros países. A doença é um mistério para os especialistas. O próprio fator genético é incerto. “Não é uma coisa simples, hereditária. Parece que é uma relação multigênica, precisa ter uma combinação de vários genes para desenvolver a doença”, explica o gastroenterologista Flávio Steinwurz.

Os sintomas básicos são cólicas, diarreia, febre, mas também pode haver dor nas juntas, lesões na pele e até nos olhos. Tudo a partir de feridas no aparelho digestivo.

A doença de Crohn não tem cura, só controle. Os medicamentos indicados podem custar de R$ 300 a R$ 10 mil por mês. Seis deles, aprovados pela Anvisa para uso no Brasil, são disponibilizados pelo SUS, com um controle rigoroso. A documentação inclui formulários, exames que comprovem a doença e a renovação periódica das receitas.

Fonte: Bem Estar

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