A moda agora é avaliar um candidato pelo perfil vocal

A moda agora é avaliar um candidato pelo perfil vocal

BELA VOZ. ESTÁ CONTRATADO

Os avanços tecnológicos estão cada vez mais presentes nos métodos de gestão das empresas, incluindo, por exemplo, o recrutamento de funcionários. Mas com controvérsias: uma das novidades dessa onda é avaliar o perfil de um candidato a emprego por meio de softwares que analisam seu “perfil vocal” e, graças a algoritmos, determinar se esse perfil se encaixaria nas necessidades da empresa ou não. Aí começa a polêmica: em vez de avaliar a personalidade, a inteligência ou o estado emocional da pessoa, alguns desses programas, como o Jobaline, supostamente medem a emoção que essa voz causaria num interlocutor. E seu grau de efetividade, calculado pelo software, pesaria na hora da contratação.

Além de ainda não haver estudos científicos independentes sobre o tema, comprovando ou não essa tese, a controvérsia também se espalha entre especialistas em recursos humanos porque não se sabe qual o grau de consistência desses perfis, qual a uniformidade de reações emocionais a um tipo específico de voz e qual a importância real dos padrões vocais estabelecidos pelos softwares. Por isso, seus críticos consideram que esses métodos apenas podem ser acessórios para uma avaliação, como relacionar categorias de reações emocionais vocais a um melhor ou pior desempenho e não simplesmente a resultados subjetivos (como causar simpatia no interlocutor). Isso porque as propriedades físicas de um tom de voz podem ajudar o desenvolvimento de uma carreira individual, mas não necessariamente fazer a empresa avançar em suas metas.

Fonte: Época Negócios

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